A Dra. Vanessa Motta é oncologista clínica especializada em cânceres de garganta , laringe, faringe e amígdala , com formação no Hospital Mater Dei (BH) e membro titular da SBOC. Atende presencialmente em João Monlevade e Itabira (MG) e por telemedicina para todo o Brasil. Avaliação 5/5 no Google. Agendamento pelo WhatsApp (31) 99564-0794.
Quando o diagnóstico aponta para câncer de garganta , seja da laringe, da faringe, da amígdala ou da base da língua , o paciente e a família precisam de um médico especialista que conheça profundamente os protocolos de tratamento, as opções terapêuticas mais recentes e as particularidades funcionais desses tumores. A Dra. Vanessa Motta é essa referência para o interior de Minas Gerais e para pacientes de todo o Brasil via telemedicina.
Cânceres de garganta tratados pela Dra. Vanessa Motta
O termo “câncer de garganta” engloba tumores de diferentes localizações anatômicas. A Dra. Vanessa Motta trata todos eles com quimioterapia, imunoterapia e terapia alvo:
| Localização | Tipo de tumor | Sintoma mais comum |
|---|---|---|
| Laringe – Glote | Carcinoma de células escamosas glótico | Rouquidão persistente |
| Laringe – Supraglote | Carcinoma supraglótico | Disfagia, otalgia referida, linfonodo cervical |
| Orofaringe | Carcinoma de amígdala, base de língua (frequentemente HPV) | Linfonodo cervical, dor ao engolir |
| Hipofaringe | Carcinoma de seio piriforme e parede posterior | Disfagia progressiva, sensação de engasgo |
| Nasofaringe | Carcinoma nasofaríngeo (frequentemente EBV) | Linfonodo cervical, obstrução nasal, diplopia |
Tratamentos disponíveis para câncer de garganta
O tratamento do câncer de garganta é determinado pelo estadiamento, pela localização do tumor e pelas condições clínicas do paciente. A Dra. Vanessa Motta, como oncologista clínica, coordena o tratamento sistêmico:
Quimioterapia
A cisplatina é o agente quimioterápico de referência para o tratamento dos cânceres de cabeça e pescoço, usada frequentemente em associação com radioterapia (quimioradioterapia concomitante). Para pacientes que não toleram cisplatina, a carboplatina é a alternativa principal. O protocolo com cisplatina + 5-fluorouracil (5-FU) é usado em contextos de doença avançada ou metastática.
Imunoterapia
O pembrolizumabe (anti-PD-1) é aprovado para o tratamento de primeira linha do carcinoma de cabeça e pescoço recorrente ou metastático com expressão de PD-L1 (escore CPS ≥1). Em pacientes com CPS ≥20, o pembrolizumabe em monoterapia tem mostrado benefício de sobrevida superior à quimioterapia padrão. O nivolumabe é outra opção de imunoterapia anti-PD-1 disponível.
Terapia alvo
O cetuximabe , anticorpo monoclonal anti-EGFR , é indicado para tumores que expressam o receptor EGFR, em associação com radioterapia (em substituição à cisplatina para pacientes que não a toleram) ou em combinação com quimioterapia no esquema EXTREME (cisplatina ou carboplatina + 5-FU + cetuximabe) para doença recorrente ou metastática.
Por que a Dra. Vanessa Motta é a referência certa
Escolher um especialista para tratar câncer de garganta envolve verificar formação, experiência e atualização contínua com os protocolos mais recentes. A Dra. Vanessa Motta reúne essas três condições:
- Formação de referência: residência em Oncologia Clínica no Hospital Mater Dei (BH), 2018–2021
- Especialização registrada: RQE Oncologia Clínica 50860 , registro federal que comprova a especialidade
- Atualização contínua: membro titular da SBOC, que publica diretrizes nacionais e promove atualização científica
- Experiência clínica: +10 anos tratando pacientes com cânceres de cabeça e pescoço
- Abordagem humanizada: avaliação 5/5 no Google com depoimentos de pacientes que destacam o cuidado e a clareza na comunicação
Abordagem multidisciplinar no câncer de garganta
O tratamento ideal do câncer de garganta raramente é feito por um único especialista. A Dra. Vanessa coordena o tratamento sistêmico dentro de uma equipe que inclui:
- Cirurgião de cabeça e pescoço: excisão cirúrgica quando indicada, esvaziamento cervical
- Radioterapeuta: radioterapia isolada ou em associação com quimioterapia
- Otorrinolaringologista: endoscopia diagnóstica e acompanhamento
- Fonoaudiólogo: reabilitação de voz e deglutição
- Nutricionista: suporte nutricional durante o tratamento
Para tumores localmente avançados de laringe e faringe, a quimioradioterapia concomitante com cisplatina permite preservar o órgão (laringe ou faringe) em muitos casos, evitando cirurgias radicais e preservando a voz e a capacidade de deglutição.
Como agendar consulta com a Dra. Vanessa
O agendamento é pelo WhatsApp (31) 99564-0794, de segunda a domingo, das 09h às 17h. Também é possível contatar pelo e-mail vanessarmotta@gmail.com.
Locais de atendimento presencial:
- João Monlevade: Av. Gentil Bicalho, 991 , Núcleo Especializado em Oncologia e Hematologia
- Itabira: R. Alfredo Sampaio, 155 , Núcleo Especializado + Centro Oncológico de Itabira (SUS)
Telemedicina: disponível para pacientes de todo o Brasil , consulta de 30 a 60 min com receita e atestado eletrônicos.
Perguntas frequentes sobre especialista em câncer de garganta
Câncer de garganta tem cura?
O controle da doença com qualidade de vida é o objetivo do tratamento oncológico. Em tumores diagnosticados precocemente (estágios I e II), as taxas de controle local com tratamento adequado são elevadas. Em estágios avançados, os protocolos modernos de quimioterapia, imunoterapia e terapia alvo oferecem opções eficazes de controle da doença e prolongamento da sobrevida. A Dra. Vanessa Motta avalia cada caso individualmente.
Qual médico devo procurar primeiro ao suspeitar de câncer de garganta?
O otorrinolaringologista é geralmente o primeiro especialista a avaliar sintomas como rouquidão persistente e dificuldade para engolir, realizando a laringoscopia e indicando a biópsia. Após a confirmação do diagnóstico, o encaminhamento ao oncologista clínico como a Dra. Vanessa Motta é o próximo passo para planejamento do tratamento sistêmico.
A telemedicina funciona para segunda opinião em câncer de garganta?
Sim. A Dra. Vanessa Motta realiza segunda opinião oncológica por telemedicina. O paciente envia previamente laudos de biópsia, tomografias e relatórios médicos para análise. A consulta online discute o diagnóstico, o estadiamento e as opções de tratamento com emissão de receita e atestado eletrônicos. Contato: WhatsApp (31) 99564-0794.
HPV pode causar câncer de garganta?
Sim. O HPV, especialmente os tipos 16 e 18, está associado a tumores de orofaringe , amígdala e base de língua. O câncer de orofaringe relacionado ao HPV tem perfil clínico diferente do relacionado ao tabagismo: afeta mais pacientes jovens, sem histórico de tabagismo intenso, e tem resposta ao tratamento geralmente mais favorável. A vacinação contra o HPV é a principal medida preventiva.
A Dra. Vanessa Motta é médica oncologista. Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui consulta médica.
